
Uma reflexão sensível sobre cuidado, repetição e a posição de filhos diante dos próprios pais, quando uma cena cotidiana faz retornar antigas expectativas de amor, reconhecimento e elaboração.
Valéria, a partir de sua longa experiência clínica e de transmissão nos conduz pela metáfora paterna, distinguindo a função simbólica do Nome-do-Pai da presença concreta do pai.
Marina nos convida a pensar a maternidade atípica para além dos ideais de perfeição e da culpa frequentemente dirigida às mães. Ela aborda a sobrecarga, o apagamento e a possibilidade de construir uma maternidade possível.

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Você acaba de entrar no espaço onde a psicanálise encontra com a vida!